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domingo, 10 de julho de 2016

Museus dessa viagem em Paris

Bonjour, amigos! 
Nessa minha última viagem, ao contrário do que costumo fazer, fui a poucos museus. Na verdade eu tinha uma lista enorme de museus para ver e rever, mas acabei não tendo tanta vontade de ir e não fui a muitos deles. Claro que voltei ao Louvre, afinal, sempre há um lugar novo e desconhecido dentro desse museu enorme! Dessa vez conheci a arte do Islam, já que eu estava bem influenciada pela arte árabe que tinha visto na Andaluzia. 

Adoro esses mosaicos

Será que esse voa? 



Eu sempre acho que se você só tem tempo de ir a um museu em Paris que esse museu tem de ser o Louvre! É claro que tendo o tamanho que ele tem, não é possível vê-lo todo em um dia, mas e daí? Só o fato de você escolher uma ala e se deliciar com toda aquela arte já vale os 12 euros do ingresso. Separe uma manhã ou uma tarde, pegue seu mapa em português na bilheteria e boa viagem ao mundo da arte! 

Minha escultura preferida de todo o Louvre: A Vitória de Samotrácia

Trono de Ceres

Conheci dois museus bem semelhantes nessa minha viagem. Um no Marais, chamado Cognac-Jay cuja entrada é grátis e cujo acervo é da mobília dessa família do século XVIII. (metrô mais perto: Rambuteau ou Saint Paul. Funciona de terça a domingo, de 10h às 18h)




O outro museu, cujo acervo também é de mobiliário foi o Museu da Vida Romântica, onde, no século XIX, funcionava a sociedade de Artes e Letras, frequentado por Rossini, Delacroix, Chopin, entre outros. A entrada também é gratuita e o metrô mais perto é a estação Pigalle. Também funciona de terça a domingo de 10h às 18h.




Um outro lugar bem bacana que conheci nessa viagem foi o Musée des Arts Forains, que fica nos pavilhões em um bairro um pouco mais afastado do centro, chamado Bercy.
O lugar é incrível! Na verdade só é possível visitar esse museu em visita guiada (inglês ou francês) e com ingresso comprado com antecedência. Caso você queira arriscar ir, pode esperar para ver se vai sobrar vaga em algum grupo para poder se inserir nele, mas aconselho a comprar antes mesmo, pelo site ( http://www.arts-forains.com).
A proposta desse museu é ser uma viagem ao tempo da Paris da Belle Époque, cheia de parques, carrosséis, jogos e muita festa! A gente vai sendo levado, sala a sala, onde um guia nos conta a história daqueles objetos e, em alguns, podemos brincar. Andei de carrossel, joguei um jogo engraçado com garçons segurando uma bandeja, dancei valsa e me diverti bastante. É um ótimo passeio, porém pouco conhecido ainda dos brasileiros. Nos grupos daquele dia não tinha nenhum outro brasileiro além de mim. São apenas 2 grandes grupos por vez que são subdivididos em três (3 pela manhã e 3 à tarde), cada um com 25 pessoas. Se vc entende um pouco de inglês ou francês, eu recomendo muito o passeio!

Quando criaram a Torre, criaram junto várias lembranças com esse motivo, já que imaginavam que ela seria destruída em 6 meses, mas não foi....e  hoje é impossível pensar em Paris sem associar à Torre Eiffel

Alguém aí quer ler a mão? 

Andei nesse carrossel também. Foi divertido! 

Esse carrossel de bicicletas aparece no filme Meia Noite em Paris (e anda super rápido, é uma delícia!)

O jogo dos garçons. A gente jogava uma bolinha que caía num buraco e nosso garçom andava, o que chegasse primeiro ganhava

Esses foram os museus que visitei dessa vez. Poderiam ter sido muitos mais, mas eu estava sentindo mais vontade de flanar pelas ruas de Paris. E como estava de férias, foi isso que fiz!
A Bientôt!

VIAGEM REALIZADA EM JANEIRO DE 2016

terça-feira, 16 de julho de 2013

Um museu para quem gosta da Idade Média

Bonjour, amigos!

Um dos museus que melhor ilustra a época medieval, em Paris, é o Museu Cluny, localizado no número 6 da Place Paul Painlevé, esquina com a Boulevard Saint Michel no coração do Quartier Latin. Ali pode-se ver as cabeças dos reis de Judá, decapitadas da Notre Dame na época da Revolução Francesa; alguns vitrais de igrejas; peças religiosas bem valiosas que agora ficam no restaurado Friggidarium (onde, na época em que a França era território do Império Romano, eram as antigas termas de Cluny); belas tapeçarias que contam como era a vida naquela época tal como histórias em quadrinho; peças raras de Limoges e o famoso conjunto com 6 tapeçarias chamado de  "A Dama e o Unicórnio". Na verdade, essas tapeçarias acabam de ser restauradas e, enquanto a sala onde elas ficam é restaurada também, elas estão no Museu de Tokyo, até o fim de 2013, portanto se seu intuito era apenas vê-las, não vale a pena pagar os 8,50 euros da entrada.
Contudo eu garanto que há bem mais para se ver ali dentro que "A  Dama e o Unicórnio", mas isso só vale para quem gosta da Idade Média.
Entrada do Museu


Cabeças dos Reis de Judá

Vitrais

Aviso de que a sala da "Dama e o Unicórnio" está fechada para restauração

Pietá de Tarascon

Tapeçarias

Jóias de Limoges

Capela

Peças usadas no dia-a-dia pelas pessoas da Idade Média

A Bientôt!

VIAGEM REALIZADA EM JUNHO DE 2013

domingo, 16 de junho de 2013

Museu Jacquemart-André, um lindo lugar para passear e comer em Paris


Bonjour, amigos!
Um dos muitos museus que me encantou em Paris foi o Jacquemart-André (158, Boulevard Haussmann, aberto todos os dias de 10hàs 18h, metrô St. Augustin) que tem um belo acervo particular doado pelo casal que dá nome ao lugar. É muito interessante ver como pessoas com dinheiro e bom gosto podem deixar um belo legado para sua cidade. A casa, por si só já é um deslumbre, com suas escadas e jardins mas os quadros, tetos, móveis e esculturas que ornam seu interior são de cair o queixo. Há uma sala inteira dedicada à pintura italiana com vários Boticcelis e Tieoplos.

escada do museu


uma das lindas salas do museu


o jardim do museu

Uma parte muito agradável da mansão é seu café em estilo colonial que funciona de segunda a sábado de 11h45 às 17h30 e domingo de 11hàs 15h. Ali pode-se almoçar e depois  comer deliciosas tortas, incluindo uma feita a base de macarrons com recheio de pistache que era dos deuses!


Saindo de lá, pode-se visitar o Parc Monceau (35, Boulevard Courcelles) que funciona de 7h às 20h e fica bem pertinho do museu. É um lugar bem aprazível, cheio de pessoas fazendo piquenique, mães passeando com seus filhos e atletas fazendo cooper.

parc monceau

parc monceau
Esses são dois lugares que valem a pena conhecer em Paris.

A Bientôt!

VIAGEM REALIZADA EM JUNHO DE 2013

domingo, 16 de dezembro de 2012

A maior exposição de Salvador Dalí em Paris


Bonjour, amigos!

Hoje acordei bem tarde e aproveitei para passear perto do Pantheon, bem ao lado daquela rua em que o personagem do filme “Meia noite em Paris” fica esperando o carro para levá-lo aos anos 20. Mas não apareceu nenhum carro para me levar a outra época...uma pena! Então aproveitei mesmo para tirar muitas fotos.

Pantheon

A escadinha onde o personagem de "Meia noite em Paris" espera seu carro para voltar no tempo


Igreja Saint Etienne du Mont
De lá fui ao Centre George Pompidou (metrô: Rambuteau) , uma espécie de Museu de Arte Moderna daqui, pois começou, na semana passada, uma exposição do Salvador Dalí e como amo esse pintor surrealista, resolvi conferir. A exposição está belíssima! E muito grande! Com quadros, desenhos e alguns filmes em que o próprio Dalí explica sua obra. Poucas esculturas, mas essas podem ser vistas no Espace Dalí, dedicado a ele em Montmartre. Ouvi dizer que essa é a maior exposição já feita das obras dele em Paris e vai ficar até março do ano que vem. Recomendo MUITO a visita para quem curte Dalí. É possível tirar fotos de algumas obras, não de todas, mas vale a pena. Ingresso a 13 euros. O museu funciona de 11h ás 21h (fecha às terças) e às quintas e sextas até 23h.





De lá fui até o Café de la Paix encontrar uns amigos e tomar um delicioso cappuccino com éclair de chocolate. Bom (e caro) demais!


Depois fui dar uma voltinha pela Laffayete Gourmet, mas não comprei quase nada. Voltamos cedo pra casa pois estávamos cansados. Chega uma hora na viagem em que a gente precisa descansar para poder continuar no pique, senão acaba ficando doente e meu dia de descanso era hoje.

A Bientôt!

VIAGEM REALIZADA EM NOVEMBRO DE 2012

domingo, 25 de novembro de 2012

Dias curtos em Paris


Bonjour, amigos!
Os dias em Paris têm passado rápido nessa época do ano, acho que é porque acordo mais tarde, demoro a sair de casa e as atrações fecham cedo...não tenho feito grandes coisas por aqui, tenho mais é passeado  a pé quando São Pedro colabora e não resolve fazer chover o dia todo. 
Fui ao Museu Maillol (61, rue de Grenelle. Metrô: Rue de Bac) , onde está acontecendo uma exposição do pintor veneziano Canaletto. A mostra fica até 13 de fevereiro e para quem vier a Paris nessa época, eu recomendo (o museu funciona todo dia de 10h30 às 19h, sendo às sextas até 21h). Deu uma imensa saudade de Veneza ao ver aqueles quadros, cada um mais lindo que o outro! Ingresso a 11 euros. 


Lá também está acontecendo uma outra exposição de artista chamado Alexis Poloakoff, chamada "Pixis" que é uma mostra de minuaturas feitas de chumbo bem nos moldes daqueles antigos soldadinhos de chumbo. Ele reconstrói cenas do Pequeno Príncipe; do Tintin; do Astérix; dos personagens da Disney e de uma Paris dos anos 50. Muito gracinhas! Adorei! Além da própria exposição permanente do Museu que é do escultor Aristide Maillol.
Nesses dias também fui ao Louvre, pois para mim é impensável vir a Paris e não ir , pelo menos uma vez, ao Louvre! Dessa vez fui ver a parte de pintura flamenca que eu não conhecia, onde estão alguns quadros de Rubens, entre outros...


Depois acabei caindo na ala do Egito e depois das esculturas greco-romanas. Foi bom rever alguns desse lugares que eu já havia visitado em 2009, mas que me pareceram tão diferentes dessa vez, talvez pelo fato do museu estar mais vazio. Aliás, até agora, essa é a única vantagem que tenho visto em viajar nessa época do ano: não há filas. Tudo é mais vazio, a não ser o trânsito que é uma verdadeiro confusão! Eu nunca tinha reparado como os franceses gostam de avançar o sinal vermelho aqui! Acho que no verão, por ter menos carros nas ruas, eles acabam respeitando mais. Mas no outono é um caos, buzina para tudo que é lado, carro fechando cruzamento, parando bem em cima da faixa de pedestres, ultrapassando o sinal vermelho, enfim, nada muito diferente do Rio de Janeiro ou de São Paulo (guardadas as devidas proporções, é claro!).
Uma outra coisa que só pude perceber agora é como Paris é uma cidade normal! No verão parece que ela ganha uma aura de glamour, tudo parece mais feliz e mais colorido, mas agora que tudo está no seu lugar, a vida transcorre de forma comum, cada um no seu cotidiano e não é nada diferente do cotidiano de qualquer outra cidade grande. Paris será sempre linda em qualquer época do ano,mas para mim, acostumada a vir no verão, me pareceu que nessa época há menos encanto. Continuo amando Paris, mas meu olhar sobre a cidade mudou um pouco.
Na quarta-feira, um amigo querido chegou por essas bandas para passar uma semana e resolvemos ir à Place de la Concorde, que é o lugar preferido dele aqui. Só que já eram 23h30! Foi diferente passear tão tarde por Paris. 

 Claro que eu já tinha feito isso uma ou duas vezes, mas dessa vez foi bem diferente pois já saímos tarde (em geral saio cedo e volto a essa hora!) e ficamos passeando pela beira do Sena da Notre Dame até a Ponte Alexandre III em frente ao Grand Palais! Foi bem bacana! Tiramos fotos, conversamos, rimos. Para ele, essa viagem a Paris foi a realização de um grande sonho e é muito bacana poder participar um pouco dos sonhos de quem a gente ama.
A Bientôt!

VIAGEM REALIZADA EM NOVEMBRO DE 2012

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Finalmente em casa em Paris


Bonjour, amigos!
Hoje eu troquei de hospedagem. Saí do Hotel onde eu estava e fui para o apartamento que aluguei bem aqui ao lado. Fui recebida pelos proprietários e nos entendemos muito bem, acho que meu francês melhora a cada ano que venho a Paris. O apartamento é, como todos os que eu já fiquei, bem pequeno, mas a localização é excelente, em pleno coração do meu bairro preferido, o quartier latin! Mas é bem jeitoso e tirando o banheiro que é um tanto apertado e a cortina do box precisa ser trocada, eu ficaria nele novamente.



Depois de instalada fui fazer compras para abastecer a casa em um mercadinho novo que abriu aqui perto na Rue de la Harpe chamado Diagonal. É pequeno, bem estreitinho, mas tem de tudo e bem mais barato que no Monoprix!
Ao chegar com as compras fui me ajeitar, colocar tudo no lugar, tentar me entender com aquele aparelho de calefação e me arrumar pois mais tarde eu iria comer raclete com uma amiga que mora aqui em Paris. Foi bem divertido! Nos reencontramos depois de mais de 2 anos sem nos ver, jantamos, passeamos pelas ruas do bairro, fomos à livrarias (adoro!!!) , tomamos um delicioso chocolate quente numa sorveteria chamada “Amorino” e  ficamos conversando até quase meia noite! Muito bom! Adoro rever amigos quando vou às cidades onde eles moram, sempre tento achar um tempinho para sairmos e colocarmos o papo em dia!
Hoje de manhã acordei tarde, estou me dando ao luxo de acordar depois das 10h30, afinal, Paris não vai sair correndo e eu posso desfrutar da minha cidade com calma e tranquilidade, não preciso mais bater ponto nos lugares turísticos, agora estou numa fase em que, mais do que visitar, quero vivenciar Paris e para isso é preciso serenidade. Além disso, amanheceu chovendo e meus planos de visitar o Castelo de Blois foram, literalmente, por água abaixo, então resolvi ficar por aqui mesmo.
Tomei café da manhã no apartamento. Muito bom! Depois fui caminhando sem pressa até o Museu Zadkine (100 bis, rue d’Assas – metrô: Vavin. Horário: todo dia, menos às segundas, de 10h às 18h) que é dedicado a esse escultor russo que viveu em Paris desde 1910 e que ajudou a fundar, junto com Chagall e Modigliani, a Primeira Escola de Arte de Paris. Suas esculturas têm influência cubista, além de uma forte influência da cultura africana. Achei bem interessante e o melhor: a entrada é gratuita! Para entender melhor quem era esse artista, aluguei um audio guia em espanhol por 5 euros (só tem em inglês, francês ou espanhol) e gostei muito do museu!




Dali, continuei andando mais alguns kilômetros até outro museu gratuito: o Musée Bourdelle (18, rue Antoine Bourdelle. Metrô: Montparnasse-Bienvenue. Horário: Todo dia, menos segunda, de 10h às 18h). Antoine Bourdelle foi um escultor também do início do século 20 e suas esculturas em bronze e mármore são bem interessantes. Esse museu foi a casa onde ele morou e o acervo fazia parte de seu ateliê. Algumas esculturas são enormes como o cavalo da entrada e algumas outras que se encontram logo na primeira sala. Muito bonito, embora suas esculturas não tenham a riqueza de detalhes que gosto nesse tipo de obra.






Dali peguei um metrô e voltei para casa, mas antes passei em um restaurante para almoçar/jantar. Chama-se “L’Hostellerie de l’oie qui fume” (37, rue de la Harpe), pois eu tinha visto a indicação dele no blog de uma amiga, mas não gostei muito não. Achei a comida meio sem graça, nada de tão especial. Menu a 12 euros com entrada + prato + sobremesa.
Fui cedo para casa pois amanhã terei de acordar bem cedo já que meu passeio para o Mont Saint Michel sai as 7h da manhã! Tomara que o dia esteja bonito!!!
A Bientôt!

VIAGEM REALIZADA EM NOVEMBRO DE 2012